Saturday, December 3, 2011

Pilates proporciona benefícios à mente


Veja de que maneira o pilates melhora o condicionamento mental, além do físico, e torna os praticantes aptos a sustentar uma nova postura de vida.

 


Se você não faz parte do time de fãs das academias de ginástica, mas frequenta alguma, mesmo a contragosto, para manter a forma - ou se recusa a encarar aulas dos mais variados estilos e o uso de pesinhos -, está na hora de experimentar o método de condicionamento físico e mental criado pelo alemão Joseph Pilates (1880-1967). Apesar da aparente suavidade dos movimentos, os exercícios de pilates fazem com que o corpo não só se alongue e se fortifique de forma integrada e individualizada, como também convida os praticantes a experimentar uma nova maneira de se relacionar com o mundo.
Por privilegiar exercícios de baixo impacto e poucas repetições, a técnica proporciona resultado eficaz com menor desgaste dos músculos e das articulações. "O praticante passa a utilizar sua energia sem desperdiçá-la naquilo de que não precisa. Esse domínio, originado na mente, resulta em vigor e bem-estar", diz Inelia Garcia, proprietária do The Pilates Studio Brasil, rede espalhada pelo país, e ex-aluna de Romana Kryzanowska, uma das principais discípulas de Jospeh Pilates e grande divulgadora de seu legado.
Ministrado com precisão cirúrgica, o método se molda a pessoas de todas as faixas etárias, inclusive as que sofrem de dores crônicas ou de problemas ósseos e musculares. A essência da mensagem de Pilates é: independentemente da situação em que esteja, você pode e deve se mexer.

Muito além do colchonete

Grande parte da beleza dessa corrente, que a cada dia conquista mais adeptos, reside no fato de que o aprendizado extrapola as paredes do estúdio. O aluno não demora a perceber que está diante não apenas de um conjunto de movimentos, mas de uma filosofia de vida calcada na crença de que somos responsáveis por nossa saúde física e mental. "Quando nos apoderamos da habilidade inata de controlar nosso corpo, evoluímos também no campo emocional. É libertador e estimulante descobrir que somos capazes de assegurar o próprio bem-estar", destaca Brooke Siler, instrutora americana, também formada sob a tutela de Romana Kryzanowska, e autora de Desafios do Corpo Pilates, da Summus Editorial.
Ganha-se, portanto, um jato de autoestima. E mais. "O pilates incita a força de vontade, o desejo, o impulso de realizar coisas e a convicção de que você pode alcançar seus objetivos", sublinha Inelia Garcia, proprietária do The Pilates Studio Brasil. Não se trata de mágica. Esse, digamos, efeito colateral comportamental é apenas reflexo da cumplicidade entre mente, corpo e emoções. "O controle da respiração ajuda a aplacar a ansiedade. Assim, a atividade é uma ferramenta de estabilidade emocional e de autoconhecimento", ela afirma. Além disso, a modalidade também serve de escudo contra o estresse e a fadiga.
Fonte: Clube do Pilates
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Friday, November 25, 2011

Assistam! Muito legal!

DANCE PILATES

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Friday, November 18, 2011

O que comer antes da aula de Pilates?





Uma alimentação balanceada está diretamente relacionada com um bom rendimento durante a prática do Pilates, as refeições e os exercícios fazem parte de uma mesmo objetivo que é emagrecer.

O consumo de carboidratos é importante antes da prática do Pilates, pois são alimentos de digestão rápida que fornecem combustível para os exercícios. Proteína e lipídeos devem ser evitados, pois ambos são de digestão lenta e podem causar desconforto intestinal.

O consumo de carboidratos, para a prática do Pilates tem como objetivo fornecimento de energia, para trabalho muscular, e mobilização de gordura que será gasta como fonte de energia, além de fornecer líquidos suficientes para o início do exercício, e evitar a fome durante a prática da atividade.

Quanto mais próximo estiver da aula de Pilates é aconselhável comer pouco e algo leve, pois durante os exercícios acabamos ficando muito em decúbito ventral (barriga para baixo) e decúbito dorsal (barriga para cima) o que poderá acarretar refluxo gastroesofágico caso consuma alimentos muito pesados.

Portanto de 2 à 4 horas antes da aula de Pilates é recomendável a ingestão de carboidratos como: granola, barra de cereais, pães integral; porém uma hora antes deve ser ingerido frutas secas e alimentos mais leves.
  
Fonte: ClubedoPilates
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Friday, November 11, 2011

Como identificar um bom professor de pilates?

Como identificar um bom professor de pilates é uma preocupação de muita gente. E com razão!

Com a popularização do método proliferaram-se cursos de formação e com isso aumentou-se muito a oferta de professores especializados em pilates, nem sempre bons. O resultado disso pode ser desastroso.

O pré-requisto para trabalhar com o método é ser graduado em Educação Física ou Fisioterapia e cada um desses profissionais irá utilizá-lo de acordo com a sua formação. Mas só a formação acadêmica não basta, é preciso fazer algum curso específico. Já existem alguns cursos de pós-graduação (especialização) no método pilates e muitos de extensão universitária, que deixam o profissional apto a trabalhar, mas não garantem a qualidade.

 

Claro que se seu professor for graduado em uma boa universidade e tiver feito o curso, seja de especialização ou de extensão, em uma  instituição conceituada, as chances dele ser um bom professor aumentam em relação àquele que não teve uma boa formação, portanto informar-se sobre a formação desse profissional é o primeiro passo.

Contudo apenas uma boa formação pode não bastar, então preste atenção nas dicas a seguir:

Agende uma aula experimental e preste atenção nos seguintes aspectos:
  1. Antes de iniciar o profissional deverá conversar com você explicando sobre o método pilates e procurando saber sobre eventuais problemas de saúde e limitações.
  2. Preferencialmente você deverá experimentar todos os equipamentos, afinal trata-se de uma aula experimental, mas o profissional deve alertá-lo de que nem toda aula usa-se tudo.
  3. A aula deve ser estruturada com aquecimento, parte principal e volta a calma.
  4. O profissional deverá explicar qual o objetivo de cada um dos exercícios.
  5. Pergunte sempre que tiver dúvidas e se estiver inseguro na realização de qualquer exercício, diga que prefere não fazer. Cabe ao profissional fazer as devidas adaptações e substituições.
  6. Antes de qualquer exercício o profissional deve solicitar que organize seu corpo, dando dicas verbais e por vezes táteis sobre o seu posicionamento.
  7. Você deverá receber feedback sobre a execução dos movimentos durante a aula estejam eles corretos ou não, incluindo a respiração.
  8. O pilates prima pela qualidade e não pela quantidade. Os exercícios deverão ser realizados com o objetivo de chegar à perfeição na sua execução, portanto é preferível fazer duas repetições bem feitas, do que 10 mal feitas.
  9. Pilates não se trabalha em séries.
  10. O profissional deverá respeitar a sua condição física, adequando os exercícios às suas necessidades e sua capacidade de executá-los.
Você fez a aula experimental e aprovou o profissional, então fique atento pois tudo o que foi descrito do ítem 3 ao 10 deverá ser mantido em todas as aulas e ainda:
  1. É desejável que se faça uma avaliação física específica antes de iniciar, quando as aulas forem individuais ou em grupos pequenos.
  2. Aos poucos deve haver uma evolução no nível de dificuldade dos exercícios
  3. A seleção dos movimentos deve contemplar seus objetivos e suas necessidades
  4. É desejável que seja feito um registro das aulas
Fonte: Central do Pilates
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Monday, October 31, 2011

NOVIDADE!

Queridos alunos,

No dia 19/11, sabado, nosso Studio oferecerá uma oficina de culinária, ministrada pelo professor Danilo Carvalho que, além de professor de Yoga, tem grande conhecimento em culinaria natural.

Na oficina você aprenderá a fazer:
  • barrinha de cereais caseira   
  • iogurte natural
  • salada de frutas
  • combinação de alimentos
Além disso, ainda teremos um momento para degustar, conversar e sem dúvida, nos DIVERTIR.

O valor por pessoa será 80,00.

Se você trouxer um acompanhante, os dois pagam 140,00.

Venha fazer sua inscrição e convide quem quiser!

Mas CORRA! Porque as vagas são limitadas!

Para maiores informações, entre em contato: 3016-1399
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Tuesday, October 25, 2011

Pró também malha... Ufa!


Nana Porto



Thais Rohrs



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Wednesday, October 19, 2011

Agora todo mundo vai querer fazer Pilates...

PILATES AJUDA A MELHORAR O DESEMPENHO SEXUAL

Atração física, bom relacionamento e intimidade com o parceiro tornam o sexo uma atividade cheia de prazer e sem grandes problemas. Mas nem sempre são garantia de um bom desempenho na cama. Bom preparo e condicionamento físico são capazes de verdadeiros milagres, pois é durante o sexo que gastamos muita energia, na hora “H”, por exemplo, o orgasmo pode ser responsável pelo gasto de 90 calorias!
“Os exercícios físicos contribuem sim para a qualidade sexual”, afirma personal trainer Valéria Aprobato.
Os aeróbios, por exemplo, melhoram a condição cardiorrespiratória do indivíduo. Isso acontecendo, o desempenho obviamente vai melhorar, pois não vai haver tanto cansaço físico e o ato sexual poderá ser mais prolongado. Assim, as atenções não estarão voltadas para a ‘falta de fôlego’, mas para curtir o momento, aponta a personal trainer Valéria Aprobato.
Conforme a personal trainer, vários músculos são trabalhados durante o ato sexual, principalmente aqueles dos membros inferiores, onde estão envolvidos o quadríceps, posteriores das coxas, adutores (parte interna da coxa), abdutores (região exterior da coxa e dos glúteos), os glúteos e os gastrocnêmios (batata da perna).
Para as mulheres, em especial, a região do assoalho pélvico, que começa no osso acima do clitóris e chega ao final da coluna vertebral, logo acima do ânus, também permanece em constante atividade durante o sexo. Por esta razão é que ela deve ser exercitada, assim a circulação sanguínea aumenta e você consegue permanecer nas posições sexuais por mais tempo, além de atingir orgasmos mais intensos.
Valéria e a fisioterapeuta Daisy Chaves acreditam que o método Pilates é um dos mais indicados para fortalecer a musculatura do assoalho pélvico.
A fisioterapeuta explica que exercícios feitos através de contração e relaxamento da musculatura do períneo e do pubo-coccígeo (fortalecimento da região interna da coxa e glúteos), melhora a mobilidade e flexibilidade dos quadris. “Como um dos enfoques do método é o trabalho de flexibilização, força e melhora da percepção corporal, consegue-se uma boa execução dos movimentos sexuais de uma forma geral”, acrescenta.
Para o fortalecimento do assoalho, Daisy utiliza o “Hip Twist”. “Ele promove a mobilização da articulação coxo femural e da pelve. Deve ser realizado com o praticante sentado, apoiado com os membros superiores para trás e os membros inferiores elevados realizando círculos da direita para a esquerda e vice-versa. Durante os círculos, os membros inferiores sobem e descem juntos. Quando se realiza o círculo subindo, deve-se expirar, e quando desce, deve-se inspirar o ar. Originalmente o exercício é prescrito com 3 movimentos para cada lado”, explica.



Exercícios com bola também são importantes para a região. Conforme a fisioterapeuta, em um deles, o praticante apoia os membros inferiores (um pouco abaixo dos joelhos) na bola e os membros superiores no chão com as mãos afastadas na direção dos ombros. “Ele inspira nesta posição e expira elevando a pelve e ficando na forma de um triângulo. A bola irá se deslocar pelos membros inferiores até os pés”.


O Pilates também fortalece o abdome, região que é bastante exigida na própria relação sexual. “Um dos exercícios que usamos no abdome é o hundred (quando há a elevação da cervical, extensão de quadris e joelhos e os braços se movimentam para cima e para baixo). Já no aparelho reformer pode ser feita a flexão do tronco, com a flexão de ombro e extensão do quadril e joelhos”, explica.


Também durante o Pilates que aprendermos a respirar de forma correta. Com isso, sangue e músculos recebem mais oxigênio e ajudam homens com problemas de ereção. A respiração certa também dá mais capacidade pulmonar, ou seja, mais concentração e disposição durante o ato sexual.
Segundo a fisioterapeuta após 10 aulas, em média, os alunos já conseguem sentir uma melhora durante o sexo e outras atividades. A evolução e resultados dos exercícios depende muito de cada pessoa “do desenvolvimento da consciência corporal e da contrologia dos movimentos”, completa.

Fonte: Terra
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Thursday, October 6, 2011

IMPERDIVEL!

O Pilates é materia de capa da ISTO É dessa semana.

A reportagem está linda e muito interessante

Confira:

http://www.istoe.com.br/reportagens/164519_A+FORCA+DO+PILATES/


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Monday, October 3, 2011

Pilates também é cultura.

Temos uma artista entre nós!

No dia 23/09  uma de nossas queridas alunas, Cecília Almeida, foi premiada no concurso da

SOBRAMES - BA (Sociedade Brasileira de Médicos Escritores).

Ela foi classificada em terceiro lugar com sua poesia METADE.

Agora confiram que talento maravilhoso temos entre nós:

Metade

Minha metade vazia de hoje
Sente falta do preenchimento
Do aconchego do fim do dia
De amor, de versos e vôos
De abraço de vida de laço
De caminhos e estradas compartidas
Sabendo de mim estou inteira
Sedenta de você sou metade
De sonhos de sentido de um só
Pés no chão aprendendo caminhar
Vou descobrindo outra estrada
Cabeça nas nuvens ganho o espaço
Desenho um destino diferente
Minha vontade não cabe em mim
A razão me acorda a cada instante
Só para me proteger dos acasos
Egoísmo e afeição pelejam comigo
Cuido de me resguardar de dores
Sendo eu mesma sem fantasias
Olho o interno e percorro um você
Distante, guardado no instante
De sonhos de sentido de um só
Eu muda guardo desejos no silencio
Eu mudo a cada dia de espera vã
C.A. 05/08/11

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Tuesday, September 27, 2011

O que é Treinamento Funcional?


O corpo humano é projetado para funcionar como uma unidade, com os músculos sendo ativados em seqüências especifica para produzir um movimento desejado. Em cada movimento, vários músculos estão envolvidos e todos eles realizam uma função diferente.

Com esse propósito, o Treinamento Funcional foi criado nos Estados Unidos por diferentes autores desconhecidos e, vem sendo muito bem difundido no Brasil, ganhando inúmeros praticantes. Tem como princípio preparar o organismo de maneira íntegra, segura e eficiente através do centro corporal, chamado nesse método por CORE.

Vários dos objetivos desse método de exercício representam uma volta à utilização dos padrões fundamentais do movimento humano ( como empurrar, puxar, agachar, girar, lançar, dentre outros ), envolvendo a integração do corpo todo para gerar um gesto motor específico em diferentes planos de movimento. Um exemplo contrário a esse método, é o trabalho isolado do corpo para gerar um gesto motor específico, como visto na musculação tradicional.

Utilizando aparelhos alternativos ou acoplados aos aparelhos de musculação, exigirão de maneira mais significativa dos proprioceptores corporais para a execução das atividades. Contudo, os exercícios podem ser realizados com o peso do próprio corpo, cabos, elásticos, pesos livres, base de suporte instável e reduzida, medicine balls, bolas suíças, trazendo benefícios mais significativos à capacidade funcional do corpo. São exercícios bastante motivacionais e desafiadores, onde o indivíduo que segue esse método, acompanhado de um instrutor capacitado, graduado em Educação Física, tem a possibilidade de alcançar a funcionalidade corporal natural de seu organismo, além de “gerar” um corpo saudável e bem condicionado. Porém, para o efetivo resultado do Treinamento Funcional é indispensável o empenho e a dedicação do indivíduo.

O programa de exercícios funcionais traz vários benefícios tanto ao corpo como também à mente. Pensando nisso, elucidamos alguns dos muitos benefícios do método:

  • Desenvolvimento da consciência sinestésica e controle corporal;
  • Melhoria da postura;
  • Melhoria do equilíbrio muscular;
  • Diminuição da incidência de lesão;
  • Melhora do desempenho atlético;
  • Estabilidade articular, principalmente da coluna vertebral;
  • Aumento da eficiência dos movimentos;
  • Melhora do equilíbrio estático e dinâmico;
  • Melhora da força, coordenação motora;
  • Melhora da resistência central ( cardiovascular ) e periférica ( muscular );
  • Melhora da lateralidade corporal;
  • Melhora da flexibilidade e propriocepçao;
  • Dentre outras qualidades necessárias e indispensáveis para a eficiência diária e esportiva.

Vale a pena lembrar que uma avaliação prévia deve ser realizada para que se possam saber quais destas qualidades e quais os padrões de movimentos necessitarão de mais atenção na prescrição dos programas de exercícios, e assim, serem estimuladas corretamente.

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PRESCRIÇÃO DE TREINAMENTO DE FORÇA PARA IDOSOS: RISCOS E BENEFÍCIOS


comprovado que os idosos poderiam se beneficiar com a participação de um treinamento de força. Até mesmo indivíduos muito idosos (80 anos ou mais) podem se beneficiar de um treinamento com pesos (FLECK & KRAEMER, 1999).

Sabemos, hoje em dia, que o desempenho da força apresenta seu pico máximo dos 20 aos 30 anos permanecendo bastante estável até os 50 anos diminuindo bastante após isso. Chegando a atingir declínios de aproximadamente 30% por década após os 70 anos (FLECK & KRAEMER, 1999).

A perda da força de membros inferiores é a principal responsável pela incidência de quedas em idosos. Calcula-se, hoje em dia, que de cada 3 idosos vítima de queda, 1 morre em decorrência dos efeitos negativos da mesma (MATSUDO, 2001).

Dessa forma o programa de treinamento com pesos deve ser estimulado para essa população. Só para exemplificarmos a importância do treinamento de força para idosos, podemos citar o estudo feito por BASSEY e cols (1992) que acharam associação de 86% entre velocidade de caminhada e potência de extensão de joelho nessa população.

Abaixo temos dicas úteis para prescrição segura do treinamento de força aplicado os idosos de todas as idades. Todas as informações encontradas foram baseadas em FLECK & KRAEMER, 1999 e RASO, 2007.

AQUECIMENTO

- Fundamental antes de iniciar a parte principal da sessão de treino;

- Deve ter duração de 15 a 20 minutos começando com o caminhar ou o pedalar entre 60% a 70% da FCmáx seguido de alongamento para os principais grupamentos musculares.

ESCOLHA DO EXERCÍCIO

- Devem ser estimulados, primeiramente, os grandes grupamentos musculares (4 a 6 exercícios são suficientes;

- Os exercícios para os pequenos grupamentos devem vir em segundo plano (de 3 a 5 exercícios);

- Ênfase em máquinas. Porém, se bem supervisionados, os treinos com a utilização de pesos livres Também podem ser utilizados.

INTENSIDADE (CARGA UTILIZADA)

- Cargas de 50% a 80% de 1RM tem sido utilizadas com freqüência na literatura. Alguns estudos demonstram que, quanto maior a carga, maiores os ganhos de força. Porém, recomenda-se um período de adaptação inicial de 2 a 4 semanas utilizando cargas em torno de 50% de 1RM;

- Escalas subjetivas de percepção de esforço também são utilizadas com bastante freqüência.

NÚMERO DE SÉRIES E REPETIÇÕES

- De 1 a 3 séries com 8 a 15 repetições. No início recomenda-se a utilização de apenas uma série.

DESCANSO ENTRE AS SÉRIES E EXERCÍCIOS

- Depende da intensidade de carga. Para cargas mais leves (50% de 1RM) intervalos entre 1 a 2 minutos são recomendados enquanto que para cargas mais pesadas (80% de 1 RM) intervalos entre 2 a 3 minutos são adequados.

VOLTA A CALMA

- finalizar a sessão com alongamentos leves (10 minutos são suficientes)

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BASSEY EJ et al. Clin Sci 82: 321-7, 1992.

FLECK SJ, KRAEMER WJ. Fundamentos do treinamento de força muscular. Artmed. 2ª. Edição, 1999.

RASO V. Envelhecimento saudável: manual de treinamento com pesos. São Paulo, 2007.

MATSUDO, SMM. Envelhecimento e atividade física. Midograf. São Paulo, 2001.

por: Alexandre Avangelista

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Friday, September 23, 2011

O que são pro hormonais, como funcionam, qual o melhor ph


O que são pro hormonais, como são, qual o melhor ph e o pior deles, como funcionam? Conceitos e serem considerados.
1 conceito:

liberação de testosterona – funcionamento básico: Hipotálamo – libera GnRH (semelhante ao HCG) para a hipófise anterior Hipófise – libera LH/FSH – vão para os testículos (LH estimula produção de testosterona e o FSH de espermatozóides) Testículos – liberam testosterona na periferia, convertida em estrógeno (pela aromatase) ou em DHT (pela 5-alfa-reductase). A testosterona, por sua ve,z inibe tanto no hipotálamo quanto na hipófise a secreção de GnRH e LH/FSH (respectivamente). No hipotálamo a testosterona é convertida em estrógeno, e este inibe a produção de GnRH. Por este motivo o clomifeno (Clomid), um SERM utilizado para induzir a ovulação em mulheres, funciona em homens já que compete com o estrógeno no Hipotálamo. Resumindo: GnRH –> LH –> Testosterona –> Estrógeno / DHT –> inibição do hipotálamo e hipófise. 2 conceito: Via simplificada da testosterona Colesterol – convertido em Pregnenolona (classe inicial para virar qualquer esteróide, sejam eles androgênios, estrogênios, progestagenios, corticóides ou mineralocorticóides) – convertidos em DHEA – por sua vez convertido em Andronestediol e Androstenediona (vulgo 4AD – um PH) – e finalmente em Testosterona, que na periferia pode virar estrógeno ou DHT, ou mesmo ser inativada – Androsterona Resumindo: Colesterol –> Pregnenolona –> DHEA –> Androstenediona/ol (4AD) – testosterona – estrógeno / DHT / Androsterona 3 conceito: Saturações e limitações das enzimas (básico dos básico em bio-farmacologia) Se você tem em sua casa uma forma de bolo (enzima) e um forno que só cabe 1 forma, não é porque você comprou 30 vezes mais farinha, que você terá mais bolo para assar. Também, não é porque sua tia te deu mais 5 formas de bolo prontas para assar, que você terá no final mais bolos prontos, se o seu forno só assa 1 forma por vez! O corpo humano, em suas células, tem enzimas, as grandes ferramentas, que fazem essa conversão do DHEA em 4AD e em testosterona. Mas elas são limitadas! Logo, não adianta entrar com mais “precursores” do que o numero total de enzimas. Fora outro fato: quando o objetivo é alcançado (testosterona), ela mesma já inibe as enzimas ou ao estimulo hormonal para que a “fabricação” da testosterona continue! Além disso existe um conceito in vitro de saturação que diz que se você tem como objetivo, por exemplo, fabricar 1g de testosterona e você precisa de 1g dos precursores, quando você atingir 1g de testosterona, seu “pote” vai ficar lotado, saturado, logo o resto vai ficar sobrando. Pode-se até tentar “empurrar” mais coisa pra dentro, mas aí você vai ter que aumentar bem a dose!! E a partir deste ultimo conceito já iniciamos uma das conclusões: o que acontece quando se aumenta o numero de precursores? Resposta: ou são eliminados, ou vão para o caminho mais fácil. Lembre-se, o homem pode produzir testosterona, e estrógeno também, e o estrógeno pode ser produzido da testosterona ou de qualquer outra fonte precursora (como o DHEA e o 4AD). Qual o caminho mais fácil? Se sua testosterona está normal, o mais fácil é ir formar estrógeno! Conclusão: Além de muitos precursores não só não ajudarem em nada, eles podem simplesmente piorar os efeitos colaterais. Com isso, muita gente acredita que está tendo resultados por ficar mais “inchado”, com mais volume, sem perceber que não há nenhum efeito anabólico a mais no seu corpo, apenas a retenção hídrica provocada pelo estrógeno ou pela progesterona. Entendidos os conceitos, vamos nos ater às classes, vamos descobrir o que são cada uma delas, uma vez que geralmente todas são rotuladas com o nome genérico de PH.

Classes dos “PH`s” – segundo o que são realmente

1. Precursores Hormonais:
classe de medicação de drogas que estão à alguns passos do hormônio chave. Imagem
Precursores de hormônios “endógenos” (ou seja, o alvo é a nossa testosterona, por exemplo): DHEA, Androstenediol/ona (4AD). Primeiros a serem lançados, mas não funcionam bem, pois já contamos com quantidade suficiente do hormônio alvo (testosterona). Vias: oral, sublingual, tópica, injetáveis. Há quem diga que obteve bons resultados com 4AD. Precursores de hormônios exógenos, vulgo proto-esteróides: grande “boom” das industrias de suplemento! Precursores de alguns EAAs, como o H-drol (PH do turinabol). Alguns são verdadeiros Designer Steroids, pois apesar de precursores, os alvos nem existiam em sua versão como EAA, como o 1AD (PH da 1-testosterona, um DHT diferente do natural, 2 vezes mais anabólico). Outros são precursores de versões de EAAs, mas não extamente o EAA alvo, como as 19-nordiol que podem se converter em nandrolona (deca-durabolin), e os 19-nordiones que podem vir a serem outros progestágenos, como o dielone (Tren Xtrem). Metilados: melhoram sua disponibilidade oral, mas os torna hepatotóxico. Não-metilados: menor disponibilidade oral, como o 19-nordiol, precursor da nandrolona que tem disponibilidade oral de cerca de 15%, com conversão de 5,7%, totalizando um final aproximadamente 0,6% de nandrola. Já o 1,4 AD (boldenona) tem disponibildade oral de 40%, com conversão de 10% e um bom balanço final de cerca de 4%. Outras características: levar em conta se é versão “ol” ou “one” do PH, porque cada um usa um grupo de enzimas. Os “ols” parecem ter melhor efetividade que os “ones”, mas de qualquer forma as enzimas podem se sobrecarregar. As nadro – “ones”, parecem ir mais para o caminho da progesterona, do que a versão “ol”, que segue a nandrolona! À saber, enzimas responsáveis pela conversão dos “ols”: 3HSD (3-beta-hydroxysteroid dehydrogenase), pela dos “ones”: 17HSD (17-beta-hydroxysteroid dehydrogenase). Nunca chegam a potência de um EAA de fato, pois perde capacidades em sua conversão. Os metilados, desenhados, porém, tem um melhor resultado (com o H-drol). Obs: falaremos disso mais tarde, mas como muitos anseiam por essa resposta: o Tren Xtrem, é um 19-nordione, seu alvo é o Dielone e não a trembolona, como as industrias dizem. Pode ser que uma pequena parcela cheguem a ser trenbolona. Segundo alguns, na verdade o Tren Xtrem foi desenhado para ser um Designer Steroid com efeitos semelhantes à trenbolona, sendo a conversão apenas parte do efeito. Por hora classificaremos aqui, pois essa afirmação me parece muito mais um jogo de marketing.


2. Boosters (Pró-hormônios): Imagem
Atuam em “favor de”, são substância não hormonais, como amino ácidos, plantas, chás, minerais (ZMA), etc, que em tese aumentam a secreção de testosterona ou GH. Como exemplo podemos citar o Tribulus Terrestris, que aumenta a produção de LH ou funciona em reposição, talvez, mas provavelmente não como anabólico. Há uma nova onda de chamar alguns desses booster de SARMS (selective androgen receptor modulator) ou pSARM, porém de SARM não tem nada. 3.
Designer Steroids: Imagem
São Esteróides “ativos” que foram modificados para justamente servirem ao propósito de anabólicos ou camuflar o anti-doping ou até novas tentativas dos laboratórios de novas drogas que não foram lançadas oficialmente: methyl-trienolone ou methyl tremb. O primeiro a ser reconhecido foi o THG (versão tetrahidratada da gestrinona) e o bolasterol (versão do clostebol – forma injetável do oral turinabol), modificado para não serem flagrados no exame de urina. Depois disso, vários outros aparecem, dentre eles, alguns vendidos como suplementos alimentares, como boosters, ou como PHs, mas que são substâncias ativas, ou seja EAA de fato e por vezes bem tóxica, como o Superdrol (m-drol), que é uma versão metilada do masteron, ficando um anabolizante de meio termo entre oximetolona (Hemogenim), masteron e dianabol, em termos químicos, de resultados e de colaterais! A industria de suplementos diz que o Superdrol possui as melhores propriedades dos três, sem tantos colaterais. Mas o que se vê em fóruns de discussão é que se trata de um EAA tóxico, com necessidade de TCP e tudo mais. Como recebeu um grupo metil, suas propriedades mudaram, então não dá para ser considerado, como simples versão oral do masteron. Um adendo aqui: vejam o exemplo do dianabol, que é uma versão metilada da boldenona, com característica bem diferentes. Outros Designer Steroids foram, basicamente, sintetizados, já que não existiam antes. E por que não é simplesmente um EAA então? Lembre-se, porque serve ao propósito de anabólico mesmo, ou por vezes porque ainda não entrou na lista de medicamentos oficiais, como o epistane e pheraplex, derivados do DMT (dimetoxytesto), que não existia antes, e inclusive parece não só ser bem anabólico, como ter propriedades de um SERM. Hoje em dia, como alguma dessas drogas também entraram nas lista negra, tem surgido novas drogas, algumas modificações das anteriores, como o Dymetazine, que são 2 moléculas de mdrol unidas, e o tal do The One, um PH do DHT. 4. SARMs: Quando vierem mesmo serão o futuro dos Designer Steroids ou algo assim. Anabólicos sem efeitos colaterais androgênicos, pois não são esteróides (S-3-(4-acetylamino-phenoxy)-2-hydroxy-2-methyl-N-(4-nitro-3-trifluoromethyl-phenyl)-propionamide). Seletivos aos receptores AR de tecidos anabólicos, será o futuro!(?) Coloquei nessa discussão, porque alguns suplementos que são apenas booster ou fitosteróides são propagandeados como SARM. Creio, porém, que essa classe será mais usada, a exemplo dos SERMS, como antagonistas, por exemplo: um anti-androgenico específico para a próstata, para se evitar alguns efeitos colaterais.

5.Fitosteróides, Ecdysteroides, turkosterones, Isoinokosterones, saponinas: Imagem
Prometidos como anabólicos, são esteróides naturais, como: Beta-ecdysterone (ecdysterone, 20-Hydroxyecdysone); obtidos naturalmente de proteínas de insetos ou plantas (3,4-divanillyltetrahydrofuran – testobolan V2), ou sintetizados, que atuariam promovendo ganho de massa sem qualquer efeito colateral; HibiscusRosa-Sinesis , Zingiber Officinale, Eurycoma Longifólia. O Tribulus terrestris é um booster, que promove aumento de LH e testosterona, mas também entra nesse grupo, por conter as tais Sapogeninas ou Saponinas, pertencentes a essa classe de fitosteroides. Aliás alguns suplementos vendidos como PH`s possuem o tal 25R, nada mais do que uma Saponina. Entram nessa categoria as isoflavonas, importantes em tratamentos de mulheres pós menopausa e outras isoflavonas usadas como milagres de suplementos anabólicos também. Segundo alguns estudos parecem realmente promoverem ganho de massa e perda de gordura. Por outro lado, os relatos não são animadores. O tal Superpump é um dos suplementos que usam os “ecdys”. Fato é que ao menos para TPC, o Tribulus parece ter ganho seu espaço. Diferente do Clomid, que inibiria a “inibição” do eixo, o TT funcionaria como um HCG, promovendo liberação de LH e por conseqüência testosterona! O que se pode concluir é que muita coisa é vendida como suplemento ou PH e é na verdade um AE ativo e potente. PH e/ou DS precisam sim de TPC e cuidado. Muitos deles são vendidos em “Stacks”, um blend de PH`s, como o famoso D-Drol, que possue em sua composição 2 DSs metilados (bem hepatotóxicos): sdrol e pplex + 1 PH (do tren xtrem). Como se observa, eles funcionam e promovem grandes ganhos, porém com bastante colaterais. Nos fóruns gringos, que possuem pessoas com bastante experiência nesses produtos, vê-se que eles não são muito fãs desses “stacks”. Preferem criar ou montar o seu próprio, dosando efeitos, colaterais, ganhos, tipo de ciclo, intervalos. São como aqueles ena-nandro, enatrenb, de alguns laboratórios under.rounds. Em próximos artigos falaremos mais de alguns “PHs”. É importante salientar, que as industrias de suplementos querem uma coisa apenas: vender! Por vezes lançam um PH ou DS tóxico e o chamam de Booster, por ser um nome forte, de impacto. Outras vezes colocam que é um “aumentador natural” de testoterona. Ora lançam substâncias anti-aromatase, e dizem ser boosters, ora enfiam os “nomezinhos” enormes: 2ª-17methyl-andro…..blablabla, e você acha que tá comprando um baita PH e no fim nem é uma sustância ativa ou é um ecdy, ora põe nomes sugestivos, como o Anavar ou Dianabol (sim, descarado assim mesmo!) da HItech, que é apenas booster ou methyl 1-D, e quando você vai olhar, nem metilado o composto é (trata-se de um possível 1DHEA). Ainda relançam PHs banidos, com o mesmo nome, mas a substância é outra: novo 1AD e novo 4AD (que possuem 1 ou 4-androterONA – algo mesclado ente androstenediol e androstenedione). Fora os infitnios nomes e fómulas para se referirem a mesma coisa, como prasterone, diandrone – tudo DHEA! Portanto, como com qualquer coisa, informen-se, vejam o que contem e pesquise. Retirado do site Vigorex Creditos à xfreddyx Bibliografia: 1. Farmacologia, Rang, Date, Ritter, 3a. ed 2. Evaluation os Acth, Steroids, Barbiturate, Benzodiasepines, Beta Blockers, caffepine, Cannabis and Cocaine Doping in Sporstmen - Res. J. Biol. Sci., 3(8): 830-36, 08 3. Analysis of Non-hormonal Nutritional Supplements for Anabolic-Androgenic Steroids – results of an International Study – H Geyer et al, int. J Sport Med 2004; 25: 124-9 4. Novel, non-steroidal, selective androgen receptor modulators (SARMs) with anabolic activity in bone and muscle and improved safety profile, J. Rosen and A. Negro-Vilar - Ligand Pharmaceuticals, San Diego, CA, USA Metabolism of anabolic androgenic steroids, W Schanzer, Clinical Chemistry 42, No. 7, 1996 5. Anabolics 2000, William Llewellyn 6. Cultura de tecidos e produção de b-ecdisona EM Pfaffia glomerata E Pfaffia tuberosa (amaranthaceae) - tese de doutorado, Rejane Flores Santa Maria, RS, Brasil 2006 7.The Experimental Study of the Anabolic Activities of the 6-Keto Derivatives of Some Natural Sapogenins, Dr. Syrov and Dr. A.J. Kurmukov 8. International Union of pure and applied chemistry and International Union of Biochemistry, definitive rules for nomenclature of steroids, issued by the IUPAC commission on the nomenclature of organic chemistry and IUPA —jub commission on biochemical nomenclature, 1971, London, Butter Worths 9. Effects of Torabolic supplementation on strength and body composition during an 8-week resistance training program, Journal of the International Society of Sports Nutrition 2008, 5(Suppl 1):P11[/QUOTE]
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